Google promove competição entre programadores da América Latina

Por Gilberto Jr, dia 24/12/06. 2 comentários »

google code jam latin america

Bruno G. Albuquerque, Software Engineer do Google Brasil, diz: “Estamos tentando encontrar novos talentos para a engenharia no Brasil e, com esse intuito, resolvemos fazer um Code Jam
na américa latina. São R$75.000,00 em prêmios”

A primeira competição para programadores da América Latina e Caribe, promovida pelo Google, já tem período de inscrições definido. Os interessados poderão se inscrever de 2 a 23 de janeiro.

A competição promete ser acirrada, vamos torcer para que um brasileiro ganhe ;)

Leia mais no G1.

Segue abaixo o convite oficial:

Dear list -

Google is excited to announce Google Code Jam Latin America 2007, Powered by TopCoder. This exciting competition that Google is sponsoring encourages the spirit of friendly competition in engineering, programming and computer science communities around the world. We wanted to contact you, and invite aspiring coders to compete in this event.

The Google Code Jam Latin America 2007 will consist of 3 online rounds (January 23, January 30, and February 1), in which participants compete in trying to solve three coding problems faster and more accurately than their competitors. We will then invite the top 50 for the final coding
showdown in our Belo Horizonte office in Brazil on March 1, 2007. All travel and accommodation expenses will be covered by Google and we will be giving away over R$ 75.000 in cash and prizes.

Registration is from January 2 to January 23. If you know of any students who will be interested in participating, please have them register starting January 2nd at:
http://www.google.com/codejamlatinamerica/.

We look forward to hosting this event, and hope that we will have representation from your list at the finals!

More information will be forthcoming at the beginning of 2007.

Best Regards,
John Atwood

[via Luiz Pimenta no Radinho]

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Todos os produtos e serviços do Google

Por Diego Cox, dia 20/12/06. Deixe o seu comentário »

O mais famoso site de busca possui também dezenas de ferramentas para os mais diversos fins. São tantas (em torno de 50) que é difícil citar todas. A maior parte destas ferramentas ou serviços têm a busca como pano de fundo, mas há várias outras para relacionamento e produtividade.

Buscas, Orkut, Gmail e Talk são apenas alguns dos produtos mais conhecidos do Google. Conheça a lista neste artigo para o webinsider.

Não posso deixar de manifestar aqui a enorme satisfação de colaborar para o W2BR e para o Webinsider. Hoje é minha estréia em ambos :-)

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Site viral é diferente de boca-a-boca

Por Gilberto Jr, dia 15/12/06. 1 comentário »

viral ou boca a boca

Falando sobre como obter sucesso do dia para a noite na internet (ou seja, sobre web 2.0), Nisan Gabbay do Mashable propõe uma diferença clara entre sites virais e sites que aproveitam o boca-a-boca.

Segundo Nisan, Viral é o serviço cuja utilidade, cujo valor, aumenta conforme seus amigos também participam. Pra que serve o orkut, g talk, messenger, skype, myspace, etc, se seus amigos não estiverem lá também ? Isso seria um serviço realmente viral.

Um serviço pode ser mais ou menos viral de acordo com o valor que é agregado para o usuário ao ter mais amigos participando.

Mas ser viral não é exclusividade de serviços de comunicação como os messengers e redes sociais. O Flickr é um bom exemplo disso. Ele já seria um serviço muito bom se fosse somente para guardar suas fotos, como um backup seguro que pode ser acessado de qualquer computador. Mas o serviço fica muito mais interessante quando você tem vários amigos que também guardam suas fotos lá, porque você pode ver as fotos deles e eles podem ver as suas facilmente e ambos podem trocar mensagens.

O digg.com é outro bom exemplo de serviço viral. É mais legal ver as notícias que um amigo seu postou ou votou do que notícias (mesmo que boas) de desconhecidos. Ler o comentário de um zé mané qualquer é uma coisa, ler o comentário do seu melhor amigo é outra coisa, totalmente diferente.

A campanha da coca-cola com o youtube tem muito mais valor se seus amigos enviarem cartões de natal pra você ou vice e versa, ou seja, é viral.

O que é o boca a boca ?

Já a campanha do Prisma da GM que é simplesmente um ótimo vídeo, é boca a boca, porque não tem nenhuma participação do usuário além da divulgação da ação. Isso pode muito bem acontecer, e acontece bastante, em relação a um comercial que passa só na TV, ou um outdoor.

Diferentemente de um serviço viral, que tem mais valor conforme os amigos do usuário também o utilizam, o boca a boca pode acontecer a respeito de qualquer serviço. Um bom jornal online, ou um blog com bom conteúdo, podem crescer rapidamente conforme os usuários recomendam uns aos outros. É bom diferenciar o que é realmente viral, orgânico, do que é um simples boca a boca.

O google se gaba de nunca ter gasto com propaganda, de ter conseguido tudo pelo boca a boca. Pra ter toda atenção que tem o Google precisou fazer o melhor serviço de busca, para que o usuário goste tanto que recomende aos amigos. Isso é boca a boca.

Pra que serve a diferença ?

Entendendo a diferença entre viral e boca a boca, quando pensarmos em uma estratégia que antes chamávamos genericamente de “viral” podemos pensar: quero viral ou boca a boca ? Boca a boca pode ser um vídeo, uma imagem, uma música… Qualquer coisa que seja interessante. Viral seria uma estratégia que só faz sentido se os amigos do usuário participarem também.

[Obrigado ao In Hsie pela dica da postagem do Nisan]

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Busca para Livros: colaborar ou concorrer ?

Por Gilberto Jr, dia 15/12/06. Deixe o seu comentário »

Há pouco tempo atrás eu falei aqui sobre a nova busca para livros da Microsoft, que concorre com a busca para livros do Google.

Retencemente, o Tim O’Reilly disse algo muito interessante sobre isso. Segundo ele, o grande problema neste mercado é que cada serviço está fazendo seu próprio repositório de livros escaneados. Assim, é muito provável que você encontre um livro no Google e não encontre no serviço da Microsoft, e vice versa. A idéia vale também para outras iniciativas do gênero.

Em vez de colaborar, fazendo um grande banco de livros digitalizados e competir em outras áreas, cada um está fazendo um trabalho isolado de escaneamento dos livros. Na web todos os serviços buscam o mesmo conteúdo, porque ter conteúdos diferentes e exclusivos para livros? Essa é a pior coisa para o usuário, ter que ir a vários sistemas de busca porque sabe que cada serviço tem seu próprio banco de dados exclusivo.

Segundo ele, apenas 4% dos títulos editados estão sendo explorados comercialmente, e ainda assim as editoras não liberam muito material para ser escaneado. Desse jeito vai demorar muito até que se possa fazer uma simples busca por “gato” em todos os livros já escritos na história da humanidade e ver os resultados desde os papiros egípsios até os estudos mais recentes.

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Abra documentos direto no Docs & Spreadsheets com o novo Google Toolbar

Por Gilberto Jr, dia 13/12/06. 2 comentários »

google_d&s“não é possível abrir diretamente um arquivo recebido por e-mail sem fazer download e depois upload do arquivo;”

Este bug, marcado na lista de bugs do Office 2.0 neste artigo acaba de ser resolvido. Agora, com a nova versão (beta e só para firefox) do Google Toolbar, é possível simplesmente clicar num link que aponta para um documento .doc ou .xls e este será aberto no Google Docs & Spreadsheets.

Além disso, o novo tollbar também tem novos recursos:

buttons

  • Bookmarks, que você pode ver de qualquer computador que tenha o toolkit.
  • Botões (veja ilustração) para buscar em seus sites favoritos e visualizar RSS feeds.
  • Compartilhar páginas com amigos por e-mail ou SMS.
  • Acessos da Conta do Google, onde você vê todos os serviços

Para entender melhor o que é Office 2.0, veja este artigo:

Office 2.0 é um conceito para resumir uma idéia
A idéia é ter uma série de aplicativos online, usados via browser. Os arquivos são armazenados remotamente, há facilidade para o trabalho em grupo e vantagens para pequenas empresas. Entenda.

Atualização 15h23: LifeHacker, depois de nós, também postou sobre este assunto.

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Google Web Toolkit agora é open source

Por Gilberto Jr, dia 13/12/06. Deixe o seu comentário »

gwtGoogle Web Toolkit agora é um projeto aberto para a comunidade open source.

GWT, como é conhecido, é o framework do Google para desenvolver aplicações web com Ajax usando a linguagem Java. É usado para criar aplicativos como o Gmail, Docs & Spreadsheets e o Google Calendar.

O GWT se tornar livre significa que:

  • O Google adora open source.
  • Embora quase todos os seus produtos sejam proprietários, é boa coisa ver o Google se abrindo mais um pouco, além das APIs.
  • O Google, que roda quase todas as suas aplicações com software livre (me parece que o orkut é em .NET), aproveita de todas as vantagens do mundo do software livre, e consegue ganhar (MUITO) dinheiro com isso.
  • A comunidade open source deve turbinar o GWT deliciosamente, como tem acontecido com o Eclipse.

Outra novidade é que o Google se juntou oficialmente à comunidade Eclipse. São boas promessas para o ano novo de quem sabe Java e programa aplicativos web com Ajax! Nós da desta.ca usamos o GWT e adoramos.

Para saber mais sobre o Google Web Toolkit, leia esta matéria minha, publicada no webinsider:

Google Web Toolkit simplifica desenvolvimento Ajax
Novo serviço gratuito do Google ajuda os programadores a trabalharem com Ajax. Transforma programas em Java para web, faz a interface, o JavaScript, integra com CSS… Entenda a lógica da oferta.

Atualização 14h52: Depois de nós, o O’Reilly Radar também postou sobre o assunto.

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Microsoft corre atrás do Google com nova Busca para Livros

Por Gilberto Jr, dia 7/12/06. 2 comentários »

microsoft e google book search

Microsoft avança na concorrência com o Google lançando sua busca para livros. Versões digitais substituirão o livro de papel ?

Sabemos que a missão do Google é organizar a informação do mundo. Portanto está claro para todos porque existe a busca de livros do Google. Já com a Microsoft, a impressão que o lançamento da sua nova busca de livros, Live Search Books, passa é de que eles não querem correr o risco de perder mais um grande mercado, como perderam o da busca, para o Google.

Veja uma comparação de vários produtos que a Microsoft lançou correndo atrás do Google:

  • O Google lançou o Earth, a Microsoft correu atrás com o Virtual Earth.
  • O Google lançou o AdWords, a Microsoft correu atrás com o AdCenter.
  • Google lançou o documents and spreadsheets, a Microsoft correu atrás com o Office Live.
  • Google investe pesado no Firefox, a Microsoft correu atrás com o Internet Explorer 7.
  • Google lançou o Book Search, a Microsoft agora está correndo atrás com o Live Search Books.

O fim do livro de papel ?

Toda esta corrida em direção à busca perfeita e à digitalização de todos os livros que já foram escritos nos leva a pensar sobre o futuro do livro de papel.

O mais interessante da internet é poder ter tanto conteúdo de boa qualidade quase de graça. Mas o livro ainda é, como modelo de negócio, um modo de vender um pouco mais caro o papel comprado. Geralmente os livros não são mais caros ou mais baratos de acordo com a qualidade do conteúdo, mas de acordo com a quantidade e qualidade do papel e tinta usados na impressão.

Eliminado o papel, toda a informação de um livro estaria livre para ser copiada e aproveitada à vontade. Mas já que ainda não há tecnologia que chegue perto da facilidade e conforto de ler um livro de papel, o livro digital ainda não ameaça o de papel. Mas não demorará até chegarmos neste ponto.

Então acontecerá com os livros o mesmo que está contecendo hoje com a música, será necessário buscar novos modelos de negócio para aproveitar a distribuição digital.

O que se perde oferecendo o livro num formato digital ?

Eu penso que o formato digital não tira do formato tradicional, veja porque:

  • A maioria dos que baixam um e-book não iriam comprar de qualquer jeito, o autor ganha mais exposição.
  • Alguns realmente deixarão de comprar porque baixaram a versão digital, o autor perde dinheiro mas ganha exposição.
  • Mas alguns comprarão o livro de papel justamente porque leram uns pedaços da versão digital, o autor ganha.
  • Desde que a quantidade de pessoas que compram porque leram a versão digital seja maior do que as que deixam de comprar por este motivo, distribuir a obra de graça é um bom negócio.

Ponto para a Microsoft

De qualquer maneira, todos os esforços para melhorar o aproveitamento de todo este riquíssimo conteúdo que está nas bibliotecas do mundo são muito louváveis e a Microsoft já provou várias vezes que, embora às vezes chegue mais tarde, é muito competente.

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